Este artigo acadêmico descreve a genealogia das redes de relações que levaram o movimento de moradia Terra Livre e o movimento pró-Palestina Mop@t a criarem a ocupação urbana intercultural Leila Khaled em São Paulo. A autora analisa como a articulação entre diferentes atores, causas e territórios possibilitou um espaço de coabitação para famílias brasileiras e refugiadas palestinas. O texto apresenta a ocupação como um laboratório social para ONGs, agentes públicos e outros movimentos.



