A obra analisa as transformações no campo político das migrações e fronteiras na América Latina, focando na tensão entre mobilidade e controle. Eduardo Domenech investiga criticamente o conceito de ‘crise migratória’ como uma categoria de intervenção política na gestão dos deslocamentos humanos na América do Sul. O livro questiona os usos e efeitos desta noção, abordando a expansão da ‘migração em trânsito’, a externalização de fronteiras e o crescimento das respostas humanitárias. A pesquisa propõe repensar as formas de controle que definem o mapa político regional para imaginar novas formas de convivência.

